terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Meias listradas


Em homenagem ao Ju, meu irmão mais velho predileto, resolvi escrever, inspirada por palavras suas e de Epícuro, sobre a felicidade.

A minha felicidade, nos últimos tempos, tem se resumido a: orégano fresco, meias listradas, música brasileira, colchão inflável, incensos e velas, caminhar sem rumo, ler o jornal de manhãzinha tomando café e fumando, comer a comida da Luz, passar frio, ligar o aquecedor, esquentar as mãos no suvaco e descobrir novos cantinhos e detalhes da minha casa.

Quer mais?

Eu não preciso de mais.

4 comentários:

Guilherme disse...

Marietinha!

Sempre bom ler seu blog, seus sempre inspiradores, possibilitando sempre muitas interpretações... enfim, quando eu crescer eu quero escrever igual a você!! JAJAJAJA

Saudades amiga!
Bjoo

Filha de Iemanjá disse...

mensaje de Luz:

escuchar la voz de marieta meaturdeb pero siempre es certera.. saber que alguien sigue tu sueno ens alegre pero cuando crees q\ue puede ser rel es feliz... gracias por el sel sr humano tan bellp k me han prestado...luz......

A Riscar disse...

Amiga da saudade.

Tenho pensado muito em voce. Em como quero te visitar. Em como estamos felizes. E em como a gente precisa se ver logo pra poder multiplicar essa felicidade.

Amo voce.

E to gotando de ver o blog... ta a todo vapor!

Tenho que ir pra aula (eh... to na faculdade, sabe...) hehehe

Beijos!

Sou a Ju disse...

Meu amor, que alegria entrar aqui e ver tanta coisa escrita!

Andre Comte-Sponville falou sobre a felicidade, desesperadamente. Nao no sentido agoniado do desespero, mas no calmo e cheio de paz da falta de anseios. De ja estar la!

Vou falar um pouco entao da minha felicidade: ela vai e volta, sabe? Nao sei se e so a minha... Mas ela existe sim, e eu tenho uma boa lembranca de como e, do que ela e feita.

A minha felicidade e feita de um cafe quente bem naquela hora do cafe. E feita do Sol quente que ja ta ate me deixando vermelhinha. Tem tambem as frutas frescas com iogurte natural. Tem aquela vontade de ser tudo e ao mesmo tempo saber que muito ja sou. Tem muito de saber, andar, comprar, comer, voar, sozinha. E ler de pessoas-irmas como voce uma coisa tao unica e diferente e parecidinha desse jeitinho gostoso: a vida pulsando e sendo feliz. So.

Aquela velha historia do complexo simples, do so que e muito...

Fico MUITO feliz em ler a sua felicidade, meu amor!